sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Simplesmente...

" Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e começei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento,
quando me amei de verdade, começei a me livrar de tudo o que não fosse saudável, pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse pra baixo, de inicio minha razão chamou essa atitude de egoismo, hoje sei que se chama - Amor próprio. "
( Charles Chaplin )

quarta-feira, 13 de julho de 2011









Olá..
Ontem (12/07/2011) terminei a revisão do livro Manfelos - Repercuções do Caos de Rafael de Souza (meu amigo). Uma história fantástica, cheia de mistérios e completamente emocionante. É com muito orgulho que reconheço.. Sim eu chorei no final :O (risos)
Em pensar que tem mais dois vindo ae! JESUS toma conta!!!!
Enfim... Eu como 2ª a ler o livro e revisá-lo, criticá-lo e elogiá-lo, me senti no direito de fazer fotos (pessoais com uma resolução "ÓTIMA") do livro. E ai estão elas, de todos os ângulos possíveis!
Mais informações sobre o livro? acessem: http://manfeluscoffe.blogspot.com/
Beijos...
Francielly Souza

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Até que o sol se apague...

Às vezes sinto saudade dos dias que passamos juntos, dos fins de semana intermináveis, das viagens “em família”... A família que nos permitimos ter.

Sinto saudade das conversas, dos assuntos intermináveis, das risadas, dos pré e pós conceitos que falávamos. Dos filmes, dos livros, dos vídeos, das fotos... Vídeos e fotos que foram as únicas poucas coisas que sobraram de todos aqueles dias.

E é o ciclo constante, a interminável mudança que o tempo causa. Discussões intermináveis. Egoísmo. Amor próprio. Intolerância. Mal entendidos. E saudade, muita saudade de tempos atrás.

Dos dias que não nos preocupávamos com nada, exatamente nada. Que bastava um copo de coca-cola para se acalmar os ânimos. Ou simplesmente gerar boas risadas, alias, risadas intermináveis.

Bom, no meio de tantos “atritos”, se posso assim dizer, existia companheirismo, confiança, amor, carinho, fidelidade... Ao ponto de se ignorar muita coisa e até muitas pessoas. Éramos apenas nós sendo nós mesmos e nada mudava isso. Bom ainda com o tempo e a distância, para alguns mudou tudo, mas para outros continua a mesma coisa, porém, com uns detalhes diferentes.

Reconheço que é ruim a saudade, quando se trata de nós, mas reconheço que faz parte. Afinal, tudo faz parte, para o crescimento egocêntrico e para o crescimento coletivo. E precisamos conviver com isso.

Reconheço também, que por mais que o tempo passe, essas lembranças imensas de nós juntos, será eterna em mim. Cada ano, cada piada, cada besteira, cada ato espontâneo de cada um de nós. Pois amigos, de verdade, são assim... Simplesmente eternos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Motivo...

Aquilo que padece o mundo.
Aquilo que nos cerca.
O que nos destrói e o que nos preenche.
O que traz felicidade e desespero.
O que é podre. Decadente. Despresível.
O manipulador de pessoas e o stisfador de sentimentos.
O que move o mundo é o que causa mortes.
O que nos faz sofrer. Viver. Lutar.
O que odiamos por tanto desejar.
O que amamos por tanto odiar.
O que é indestrutível, mas que destrói.
O que tem um único nome...

DINHEIRO.

terça-feira, 29 de março de 2011

Egocentrismo...

Dissimilada de tudo o que se pode escrever. Com certeza sou do tipo que te enche de argumentos e prova que existe uma opinião melhor e mais sensata do que a sua, até então já formada. Paciente, Sensível e Mutável podem ser adjetivos que me assinalem como pessoa, por isso por mais que você tente passar com um caminhão sobre a minha vida, será preciso muito motor para fazer estragos. Minhas manutenções pessoais cabem a mim, muitas vezes fora de objeções alheias, mas sei abaixar a cabeça e aceitar uma ordem, se for o caso de me agradar.

Tenho uma peculiaridade com fascínios por skate e similares a ele, contendo a isso uma sutil preservação de imagem aparente. Também afirmo ter afeto por coisas de outro mundo, como por exemplo, uma estupenda afinidade com extraterrestres que julgo ser uma das minhas, poucas, paixões. Tenho um lado espiritual bastante desregrado e fora de coação. Prefiro me expandir no campo do misticismo à ser uma palhaça em depositar fé num Deus que pouco conheço, e decerto desentendo achando desnecessário.

Minha ideia de relação se baseia em fatos contratuais. Prefiro muito mais passar uma noite na companhia de quem amo assistindo a um bom filme do que cair na bebedeira e pintar meu caráter com hipocrisias sociais e, se me permite dizer, metodicamente descartáveis. Tenho um volume insaciável de prazer pela leitura. Aposto meu dinheiro em montanhas de páginas e capas, meu divertimento mais compulsivo e altamente gratificante.
Faço parte de uma minoria social que se julgue autêntica e plausível. Meu nível de altruísmo é válido apenas para uma casta sutil dos merecedores de minha bondade e atenção. Não pense que pode abusar da minha boa vontade, pois minha perspicácia vai denunciálo como sendo útil ou inútil a mim.

Por fim é com grande reconhecimento que exponho os meus gostos por desenhos artísticos a qual tenho forte ambição para uma carreira, tanto a longo quanto em curto prazo. E sublinhar o fato de ser uma garota com extrema sensibilidade para casos fastidiosos. Então se for para me impor uma amizade enfadonha, por favor, nem se atreva em pedir contato.

Menina de sonhos.
Menina de atitudes.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Final de ano

É sempre a mesma coisa, nada interessante. Depressivo. E hipócrita. Que oprime o próprio ego com um sorriso amarelo no rosto. Por dentro se fecha em angústia e desespero... Nada sensato para o mundo. Simplesmente faz as coisas irem perdendo o valor sem se preocupar com o que há por vir.
Reprime todos os pensamentos que logo se explodem em um misto de sentimentos estranhos e um grande desprazer. Por fora sempre expondo um otimismo prepotente e conquistador. Assim como Coca-Cola, uma mistura corrosiva e aparentemente encantadora e viciante.
Sempre se espera por melhorias. Planos e planos que poderão não vir a acontecer. Coisas que não são postas em prática. Coisas que ficam apenas no pensamento e retornam sempre antes do amanhecer. Como um pesadelo sufocante e um pesar indestrutível. Coisas que poderão não ser esquecidas tão facilmente. Coisas estas, pequenas, mas que a cada ano aumentam um pouco mais.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010


Sobre a vida...
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Será que é tão difícil atingir um objetivo? Há tantas coisas que atrapalham! Coisas que são tão inúteis e insignificantes, mas que acabam tendo uma importância incomparável. Coisas estas, que devem ser eliminadas para que não se tornem um problema. - mesmo que demore, aos poucos se limitam.
Todas essas coisas que atrapalham se tornam um problema, a partir do momento em que se acumulam e impedem que se possa seguir em frente. Na verdade, não existem problemas. Não existe problema algum! O universo é tão grande que não se acha espaço para problemas. As pessoas, elas sim ficam se fartando de suas pequenezas. Elas sentam e esperam a vida passar diante de seus olhos e reclamam para o mundo sobre suas acomodações. Estas, completamente insignificantes diante da imensidão da vida.
A maioria das pessoas se acomodam muito fácil. Elas não sentem as vibrações dos sons, o vigor das cores, a compexa magnitude da vida.
Mas eu, eu não sou assim e nem quero ser assim. Eu caminho junto com a vida, eu não espero ela passar, não há tempo para isso.
Aquilo que me faz pensar em desistir eu jogo fora, mas não sei de onde vem a vontade de continuar, a vontade de tomar decisões. Mesmo que demorado, sempre se consegue um resultado. E sim, vale todo o esforço. Talvez esteja aí a FELICIDADE - e com certeza eu serei muito feliz!


"Aqueles que dançavam foram considerados loucos por aqueles que não podiam ouvir a música" Eu ouço essa música! Danço com ela! Danço com a vida!


"Nao existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho" (Mahatma Gandhi)